'Até outubro já havia mais de 100 milhões de eleitores com as digitais cadastradas.'

 
 

O programa de identificação biométrica já alcança 74% do eleitorado, segundo dados disponibilizados em outubro deste ano no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja meta é que até as eleições de 2022 todo o eleitorado seja identificado por digitais. Com a identificação biométrica, a proposta do TSE é proporcionar mais segurança às eleições, tendo em vista que a tecnologia da biometria usa um banco de digitais para evitar que uma pessoa se passe por outra no momento da votação. “A urna só é liberada quando o leitor biométrico identifica as impressões digitais do cidadão”, diz o TSE.

O cadastro e a revisão biométrica são serviços gratuitos, mas é preciso que o eleitor vá a um cartório eleitoral com o documento oficial com foto, comprovante de residência atual e o título de eleitor (se tiver). Para homens com idade entre 18 e 45 anos, que, além de fazerem a biometria, vão solicitar também o título de eleitor, é necessário levar também um documento que comprove a quitação junto a Justiça Militar. O TSE alerta que se o cadastramento não for providenciado, conforme calendário definido em cada cidade, o título poderá ser cancelado.

A revisão biométrica é o ato de cancelamento dos títulos que não realizaram a biometria obrigatória. Em muitos locais, ainda não há obrigatoriedade da biometria, mas é disponibilizado o atendimento ordinário, que oferece a possibilidade de o eleitor fazer o seu cadastramento digital. Até outubro de 2019, já havia mais de 100 milhões de cidadãos com as digitais cadastradas na Justiça Eleitoral, segundo o TSE.

Autor:

Agência Brasil