“Mensalmente coletadas mais de 50 toneladas de material”

Mais de 50 toneladas de papeis recicláveis estão sendo exportados para a cidade de União da Vitória do Estado do Paraná. O material é adquirido por uma indústria de Papel Higiênico, comprado da Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Ji-Paraná (Coocamarji), que acaba ajudando no aumento do rendimento financeiro dos 30 cooperados. O aumento da coleta de papeis e papelões, nos últimos 12 meses, passa de 100%, resultado da aquisição de uma Fragmentadora de Papeis Industrial (Picotadeira) e de uma minicarregadeira pela entidade. Informou ontem o presidente da instituição, Celso Luiz Moulaz.

Celso Luiz lembrou que antes da conquista dos dois importantes equipamentos, a Coocamarji praticamente não trabalhava com reciclagem de papeis, mesmo sendo bastante solicitada para recolher centenas de documentos, já vencidos, entre os quais, muitos livros de empresas, escolas públicas e particulares. “A mesma dificuldade, tínhamos no caso da coleta de papelão”, afirmou. Ainda segundo Celso Luiz, a conquista da Fragmentadora (Picotadeira) e a minicarregadeira, somente foi possível ao apoio recebido do ex-deputado estadual, Airton Gurgacz (PDT) através de recursos disponibilizados de suas emendas individuais. A Fragmentadora teve custo de R$ 24 mil, enquanto que a minicarregadeira foi adquirida pelo valor de R$ 175 mil. “Jamais podemos deixar de agradecer a parceria do ex-deputado Airton Gurgacz a favor dos nossos cooperados’ lembrou.

Produção

Sobre a produção de coleta, Celso Luiz Moulaz informou que atualmente são coletados, mais de 24 mil toneladas de papel, enquanto que no caso de Papelão, são mais de 26 mil toneladas. Após o material separado, a segunda etapa é a compactação do mesmo, e na sequência, carregar a carreta para o transporte até a indústria de papel higiênico, instalada em União da Vitória, Paraná. “Antes, levávamos até 18 horas para carregar uma carreta, agora, com a minicarregadeira, esse tempo baixo para duas horas e meia, ou até menos”, comemora. Para o presidente, tanto a Fragmentadora quanto a minicarregadeira chegaram para ajudar tanto na produção, ganho de tempo no trabalho, e o mais importante, no aumento do rendimento financeira dos cooperados.

Autor:

Jornal,

Diário da Amazônia