“Semeia irá intensificar a fiscalização aplicando multa aos transgressores”

A secretaria de Meio Ambiente (Semeia), anunciou nesta sexta-feira (31) que irá começar a intensificar a fiscalização sobre as empresas que trabalham com coleta de entulhos (restos de construções e outros materiais) e acabam descartando o mesmo em locais impróprios, como exemplo, margens de vias urbanas e rurais. A medida surge após a secretaria ter recebido denúncia e constatado a irregularidade. A empresa, não identificada, notificada e multada, também usava um terreno próprio para depositar o material, sem ter a devida licença de autorização.

De acordo com a secretária titular da Semeia, Kátia Casula, após o recebimento da denúncia por parte de moradores da região afetada, foi enviado ao local fiscais do órgão, que constataram a irregularidade, sendo a empresa identificada através de um dos contêineres, na parte interna de um terreno baldio de propriedade da mesma. A justificativa de ter área própria, segundo Kátia Casula não permite a empresa usar o local por não ser licenciada. “Aplicamos um auto de infração (multa) com o agravante de ser a referida área úmida e o mesmo, anteriormente, ter o conhecimento de que não poderia usar o referido local”, afirmou a secretária, que ainda disse caber recurso.

Casula ainda alertou a comunidade (pessoas físicas e jurídicas), quando precisar fazer aterro em alguma área, se faz necessário buscar melhores informações e autorização na Semeia que fica localizada no Parque Ecológico, para evitar qualquer tipo risco de ser notificados. Um dos moradores ouvidos pela fiscalização, também informaram que esse tipo de ação, descartar o entulho de forma errada, também são praticados por outras empresas do ramo e até por moradores região.

A secretária informou que são aproximadamente, no máximo, cinco empresas que exploram esse tipo de serviço, em Ji-Paraná. Ela afirma que todas precisam se licenciar junto a secretaria de Meio Ambiente (Semeia). Neste licenciamento fica informou o local onde a mesma irá depositar o material, e não pode ser, em locais que tiver impacto ambiental que venha prejudicar o Meio Ambiente. “O melhor fiscal é o cidadão. A denúncia pode ser feita diretamente na sede da secretaria, e a identidade, será preservada”, concluiu.

Autor:

Jornal,

Diário da Amazônia